Fórum de Discussão

Boletin 07.2019

VOCÊS QUE VUELAN
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Boletim 06.2019

CONJUNTURA VERSUS “ATURA OU SURTA?” : FUNK CARIOCA E PRÁXIS.
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Boletim 05.2019

EDUCAÇÃO MUSICAL E ANCESTRALIDADE NEGRA
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Sobre a Ação Formativa

Ação Formativa e Cibernética do Fladem Brasil.
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  • Nesse belíssimo texto recheado de poéticas e poesias, a competente Arisbe Martínez fala sobre a voz dos educadores. A principal provocação que a autora faz é o desenvolvimento da voz, não só dos aspectos técnicos ou expressivos, mas da voz interna, aquela voz que é a "nossa voz". Essa voz, muitas vezes esquecida dentro do cotidiano educacional em detrimento da técnica vocal, é uma busca identitária que influencia diretamente na interpretação musical . Diante disso, gostaria de provocar a discussão a partir da provocação feita por Arisbe ao final: já encontramos nossa voz? Como foi esse processo e como influenciou as nossas práticas educativo-musicais? Seguimos o diálogo! Abç
  • Título ótimo para pensarmos em caminhos e possibilidades pedagógico-musicais, a partir do que é proposto pelo Mano Teko e pelo Pedro Mendonça, acerca do FUNK. Gênero musical excluído das muitas práticas musicais que acontecem nos cotidianos das salas de aula. Há um certo contorno de preconceito e digo também racismo, porque o objeto musical funk carregas estigmas da música de preto, pobre e favelado. E que bom! Pois esses também fazem música, arte e se expressam e se comunicam através dela. Vale ressaltar que o texto levanta essas questões e se responsáveis fomos com as questões relacionadas ao debate étnico racial, no Brasil, em nossas praticas educativo-musicais, esse debate deveria ser cerne para o escopo das nossas ações. Fico aqui pensando nas potencialidades criativas, que caminham no campo da rítmica, estética e sonoridades que podem ser praticadas e desenvolvidas nesse escopo FUNK de fazer música. Lógico, além dos cânones eurocêntricos que ainda embasam os saberes e os conhecimentos das práticas educativo-musicais.

© 2018 por Rebeca Vazquez